Vivemos uma profunda transição, com crises ecológicas, sociais e existenciais mostrando o esgotamento dos paradigmas modernos. Surge a Cultura Generativa, que busca integrar memória e futuro, fortalecendo vínculos e gerando novas formas de relação. O Feminino é visto como potência de gestação e sustentação da vida. O livro propõe práticas como Justiça Restaurativa e Mediação para transformar conflitos em reconexão, destacando a importância do Pensamento Rizomático e do Princípio do Não Saber. A transformação é vista como contínua, criando novas formas de convivência e aprendizado coletivo.
DO CONFLITO AO ENCONTRO: CULTURA GENERATIVA, O FEMININO E A JUSTIÇA RESTAURAT...
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