Em 2019, 584 moradores de Campinas morreram vítimas de diversas formas de violência, principalmente jovens pobres, pretos e pardos da periferia. O livro Morte Matada dá voz a essas vítimas, conectando relatos emocionantes de familiares e amigos com registros frios de cadáveres silenciados. A obra destaca que as mortes violentas são socialmente determinadas, evitáveis e não acidentais, refletindo problemas como desemprego, fome, precarização do trabalho, machismo, racismo e violência policial. A inequidade histórica no Brasil avilta corpo e alma dos brasileiros.
MORTE MATADA
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