No livro Mano Penalva, o artista reconfigura o mundo fragmentado ao seu redor, transformando objetos do cotidiano em narrativas ricas e interpretações culturais. Como um flâneur, ele coleciona e combina objetos para gerar novas leituras socioculturais, explorando a interseção entre o artesanal e o industrial. Suas obras revelam histórias e tecem a memória coletiva, desafiando fronteiras e convidando o leitor a reconsiderar o papel das coisas no cotidiano, revelando o potencial transformador do banal na vida urbana.
MANO PENALVA
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