A sinodalidade é essencial à Igreja, mas muitas vezes não é praticada. O Papa Francisco tem lutado contra a estrutura piramidal e centralizadora, defendendo a participação de todos os fiéis. A Igreja deve ser sinodal, com corresponsabilidade e igualdade entre os ministérios. O Vaticano II propôs esse modelo há mais de meio século, porém pouco avançamos nesse sentido. É urgente uma mudança para uma Igreja mais participativa e inclusiva, que valorize o sensus fidelium e dê voz aos leigos, especialmente às mulheres.
SINODALIDADE: O JEITO DE SER IGREJA COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO
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