Sholem Asch sugere que o Antigo Testamento é masculino, vingativo, enquanto o Novo é feminino, com perdão e acolhimento. A contemporaneidade cristã distorce essa ideia, mantendo o masculino e usando o feminino de forma maliciosa. No entanto, a figura de Deus evolui do exclusivo e vingativo do Antigo para o inclusivo e amoroso do Novo Testamento. A empatia feminina destronou a imagem de um Deus macho e ciumento, transformando-o em um Deus de perdão e cuidado.
ENCONTROS COM O MESTRE I: PAUSA PARA REFLEXÃO
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