A palavra "bárbaro" originalmente designava estrangeiros com idioma ininteligível. A associação entre linguagem e identidade é amplamente difundida, refletindo-se na arte e no mercado de objetos étnicos. A história da arte também reflete um viés racial, com o "branco" europeu como padrão. Éric Michaud destaca a persistência do "outro" ininteligível, revelando um racismo cultural enraizado. A genealogia da arte se entrelaça com preconceitos raciais, mostrando que a divisão entre civilização e barbárie persiste.
AS INVASÕES BÁRBARAS
PRIMEIRA10



















