Durante o regime militar brasileiro, Leon Hirszman foi essencial para a resistência cultural, dirigindo filmes como Que País é Este?, ABC da Greve e Eles Não Usam Black-Tie. Seu cinema dialogava com o público e denunciava as contradições da ditadura, defendendo a redemocratização do país. Reinaldo Cardenuto, em seu livro, destaca Hirszman como artista ligado ao Teatro de Arena e ao comunismo, que se engajava constantemente. Seus filmes refletem a importância da resistência cultural na história do Brasil.
POR UM CINEMA POPULAR: LEON HIRSZMAN, POLÍTICA E RESISTÊNCIA
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