Uma forma de trabalhar com a proposição é buscar os sobreviventes dos campos de concentração para que possam compartilhar suas experiências e testemunhos. O testemunho remete à urgência de relatar o sofrimento vivido e transmitir algo que aconteceu com um sujeito em determinadas condições históricas. O museu atua como espaço para essas verdades circularem, fazerem sentido e contribuírem para que o passado não retorne. A sustentação pela história e pelo simbólico é essencial para a construção de narrativas que emocionem e legitimem as experiências dos sobreviventes.
MUSEUS, ARQUIVOS, PATRIMÔNIO E ESPAÇO URBANO EM (DIS)CURSO
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