Neste livro, Hito Steyerl investiga o colapso das imagens na era da inteligência artificial e da hiperprodução digital, que transformou as imagens em um fluxo massivo e instável. Ao articular arte, tecnologia, filosofia e política, a autora analisa como esse novo regime imagético está ligado a transformações amplas, como a economia digital e o colapso ambiental. A produção incessante de imagens reorganiza a percepção, aquece o planeta, concentra poder e redefine a arte. Vivemos numa era em que as imagens substituem, distorcem e sobrecarregam o mundo. Como pensar, criar e agir em meio a esse excesso?
MEIO QUENTE: AS IMAGENS NA ERA DO CALOR
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