É paradoxal que, apesar de clamarem pela razão, o mundo se afaste dela e adote a mutabilidade infinita das coisas como princípio. O verdadeiro progresso é conservador, pois é necessário manter o que é sólido no passado para avançar organicamente. Enfrentamos dois caminhos filosóficos: um que relativiza a verdade ignorando o passado, e outro que considera a razão como guia seguro. O subjetivismo tem trazido caos. Devemos escolher entre a irracionalidade disfarçada de inteligência ou o caminho da razão para evitar mais desordem.
DEUS E A INTELIGÊNCIA NA FILOSOFIA MODERNA
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