Jacques Rancière, renomado filósofo, discute o destino das imagens na sociedade contemporânea saturada delas. Contrariando teóricos, propõe uma teoria não midiológica da visualidade e destaca a relação entre palavras e imagens. Defende a arte como marca e testemunho, rompendo com a hierarquia entre imagens e textos. Questiona a estética da representação e propõe pensar o inimaginável. Rancière explora as relações entre estética e política nas artes visuais. Seu trabalho desafia a forma como vemos e interpretamos as imagens na contemporaneidade.
DESTINO DAS IMAGENS JACQUES RANCIÈRE, O - 1ª
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