Em 'O que não tem nome', Piedad Bonnett narra de forma honesta o suicídio de seu filho, diagnosticado com esquizofrenia. O relato autobiográfico inicia-se em Nova York, onde Daniel cursava o mestrado, logo após sua morte. Com linguagem sóbria, a autora descreve as batalhas do filho, o estupro do luto e a luta desigual contra a loucura. Bonnett aborda as consequências da doença e a dificuldade de nomeá-la, mostrando a dor e a complexidade do tema de forma delicada.
O QUE NÃO TEM NOME
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