O texto discute os debates em torno da Base Nacional Comum Curricular e a possibilidade de cada escola construir seu próprio currículo. Propõe-se o estudo do Movimento de Reorientação Curricular de Paulo Freire como uma alternativa para estimular a autonomia das escolas e a participação popular na construção curricular. A política curricular freireana representa uma inversão do tradicional vetor orientador dessas políticas, oferecendo contrapontos às políticas curriculares tecnicistas e homogeneizadoras. A experiência de Freire pode resgatar o sentido público da escola pública brasileira.
O MOVIMENTO DE REORIENTAÇÃO CURRICULAR DE PAULO FREIRE - SUBSÍDIOS PARA INVER...
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