No ensaio sobre Burton Greene, Baraka defendeu o jazz como arte afro-americana, ligando-a a ideais políticos radicais. Moten destaca a improvisação de músicos como Coltrane e Coleman como expressão da cultura negra. Ele critica a filosofia ocidental, propondo uma visão epistemológica preta. Sua abordagem inclui figuras como Douglass, Marx, Taylor, Delany, Holiday e Shakespeare. Moten sugere que a vida social negra permitiu a solidariedade e a luta emergirem sob a opressão da escravidão.
NA QUEBRA: A ESTÉTICA DA TRADIÇÃO RADICAL PRETA
SKU: 9786581097417
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